Talvez tenhas razão...
Procuro-te.
Tu foges...à sempre a capa do "trabalho relevante".
Eu espero.
Mas sou humano, impaciênto-me.
Procuro-te e olho-te nos olhos. Ficas embaraçada; sabes que os olhos são os espelho da alma.
Ah, e como a reflectem bem, os teus... Ficamos presos nesse olhar de segundos infinitos.
(Já lá diziam os avós, que as palavras mais importantes eram as que ficavam por dizer...)
Desvias o olhar zangada, por entrar assim, sem pedir autorização, nos teus sentimentos.
Atiras-me, com a voz trémula e uma cara de nervosismo oscilante entre o riso e o choro, que eu tenho a mania que pecebo tudo.
Talvez tenhas razão...

1 Comments:
não, nada disso. eu atiro-te á cara que, quando o assunto sou eu, percebes efectivamente tudo...
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